Bangkok

Quando chegamos no aeroporto de Bangkok, tentamos negociar com os taxistas, mas o preço estava muito acima do que sabíamos que seria a corrida. Era noite e os taxistas só queriam faturar. Pegamos um ônibus que atravessou a cidade por 150 bath e nos largou no meio do nada. Pegamos um táxi por mais 100 bath e descobrimos que estávamos a poucas quadras do hotel.
 
 

Ficamos no Roof View Place, hostel bem simples, mas muito bem localizado. Fica num beco assustador, mas quando você conhece melhor a cidade, vê que não há perigo. Apesar da aparente pobreza, a cidade é segura. Estávamos a uma quadra da Kao San Road, uma das principais avenidas da cidade. A localização era tão boa que fomos caminhando até o Grand Palace.
 
 

Grand Palace

 
Para entrar, não pode estar com pernas e ombros a mostra. O calor é insuportável em dezembro na Tailândia, mas mesmo assim não permitem a entrada de regata.
 
As estátuas e imagens são de uma beleza indescritível, parecem transcender ao olhar humano. A fé do povo é comovente. De religião budista, o povo pobre e ignorante faz de sua fé a principal arma para vencer as dificuldades enfrentadas por lá. O rei, Bhumibol, também é admirado e nunca contestado. É quase como se ele fosse um Deus. Religião e política meio que se misturam, e a população tem o rei como um Deus na terra.
 


Buda Esmeralda




o idolatrado rei

guardião

muito ouro
 
 
Depois, fomos ao Wat Po, templo próximo ao Grand Palace, onde podemos ver o incrível Buda Reclinado.  Lá, além da beleza, você pode fazer a melhor massagem da sua vida. A thai massage é feita por alunos do curso. Saí de lá nova em folha.
 


Buda Reclinado

os guardiões do Wat Po


o monge fake. Segundos antes da foto, ele estava fumando...
 
 
À noite, fomos ao famoso bairro de Patpong, o bairro da luz vermelha. Pegamos um tuk-tuk, mas como havia muito movimento para aqueles lados ( e pense num engarrafamento muito maior que o de São Paulo ) o cara ficava nos mentindo que já havíamos chegado. Tem que abrir o olho com a malandragem deles. Depois de muita discussão e quase sermos abandonados no meio do nada, o motorista seguiu viagem. Tem um vídeo hilário.
 
 
 
O bairro é mais coisa para turista ver. Tem muitas casas de turismo sexual, com diferentes "serviços". Mesmo estando num casal, eles mostravam uma espécie de cardápio, com as diferentes opções. Para ter ideia, o nome de uma das casas era Pussy Collection...
 
'manicure' : os peixes comem a cutícula. Dá uma agonia, faz cocegas!!!

pelas ruas de Patpong

 
 
Não entramos em nenhuma. Depois fiquei sabendo que é furada. Você paga para entrar, é praticamente obrigado a consumir bebidas por preços exorbitantes e na hora de ir embora, mandam seguranças te cobrarem mais não-sei-quanto só para sair. Quer dizer, você é coagido, está num país que não fala a língua e normalmente num casal, não vai sair no braço com os seguranças...
 
Conhecemos Chinatown. Foi só pegar o barco que navega pelo rio Chao Praya. Um fedor, mas lotado de peixes enormes. Às margens do rio, se vê muitas favelas e alguns templos, constraste total entre o luxo e o lixo. Chegando em Chinatown, fomos conhecer o templo Flor do Dragão. Andamos por ruas supermovimentadas, ruelas atrolhadas de gente, vimos comidas exóticas.
 

o que será? polvo talvez...

haja coragem...
 
 
Bangkok é demais. Um experiência única. Recomendo muito!!!
 
 
 
 
 
 

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